31.5.20

De férias na quarentena

Não entrei em quarentena porque trabalho em serviço essencial, porém passei os últimos vinte dias de férias e foi LINDO. Eu nunca tive forças para sair muito de casa, e a vida toda as pessoas vêm me enchendo o saco com "mas você tem que sair mais, Vanessa!", então ficar entocada em casa por vinte dias e não ter ninguém tagarelando no meu ouvido por causa disso (inclusive a minha própria consciência) foi revigorante.

E tenho que concordar com o que dizem: nenhum clima é ruim, ruim é nossa vida de proletário haha Onde eu moro teve alguns dias bem frios, mas como eu fiquei quase o tempo todo lendo embaixo das cobertas eu nem senti.

Aproveitei para fazer a minha própria maratona literária, e consegui ler oito livros! Eu até poderia ter lido mais, mas com o final das férias se aproximando comecei a ficar ansiosa e perdi o foco.
Morro de medo: voltar a trabalhar e ter um treco com todo o trabalho acumulado

Comecei lendo Teto Para Dois, que até a metade atingiu as minhas expectativas, mas que depois disso perdeu a graça. Depois li Mr. Sebastian e o Fantástico Mágico Negro, que eu achei bem escrito e bem triste também (ainda vou escrever um post só com as citações dele que eu marquei).

Terminei de ler a série Crestomanci (A Semana dos Bruxos, Os Magos de Caprona e Mil Mágicas), da minha queridona Diana Wynne Jones. Ela sabe mesmo como criar magos apaixonantes! ♥ Fiquei um tempo pesquisando coisas sobre a série no Tumblr, mas ela não tem um fandom muito grande nem no Brasil e nem fora dele, o que é triste. Os livros são para um público mais infanto-juvenil, mas têm umas coisas que chegaram a dar um nó na minha cabeça de tão complexas.

Depois li ao mesmo tempo dois livros de fantasia bem hypados: A Cidade de Bronze e O Urso e o Rouxinol. Apesar de ser bem construído, achei A Cidade de Bronze meio cansativo. Não gostei muito do par da protagonista, mas depois de ver umas fanarts de uma artista que desenhou ele inspirada no Toni Mahfud quase mudei de ideia (Toni Mahfud é o segundo na minha lista de homens perfeitos para mim, depois do Nick Bateman, o que explica eu ser encalhada até hoje haha). Já de O Urso e o Rouxinol gostei bastante. O engraçado é que eu tinha perdido o interesse nele, mas acabei me obrigando a ler e agora já quero as continuações. Adorei toda a magia no livro, e um dos personagens é um padre bonitão e obcecado pela protagonista, e eu tenho uma coisa com padres bonitões e obcecados na ficção, o que deve dizer alguma coisa sobre mim. Medo.

E hoje terminei de ler Melhor Que A Encomenda, um romancinho contemporâneo que serviu para engordar a minha TBR, mas que não foi assim tão impressionante. Posso ou não ter imaginado o Theo, o protagonista, como o Theo James XD

Não assisti a muita coisa interessante, e nem aproveitei para fazer faxina como é o meu costume nas férias, mas fiquei satisfeita com tudo o que eu consegui ler.

4.5.20

A Vanessa de 16 anos ESTÁ VIVA!

Eu poderia escrever um textão sobre como ler Crepúsculo em 2008 (ano de muita pressão e incertezas por conta da minha formatura no ensino médio) mudou a minha vida, mas na verdade o que eu quero mesmo dizer é que desde que eu vi as notícias sobre o lançamento de Midnight Sun o que não me sai da cabeça é que eu preciso ler saporra. Provavelmente vou me arrepender, do mesmo jeito que me arrependi da tortura que foi ter relido Crepúsculo há três anos, mas agora a nostalgia já tomou conta de mim.

Até essa capa eu achei bonita

17.4.20

A vida nos tempos do coronavírus

Março só teve um post, mas a vida de quem está completamente normal nos dias de hoje, né? A minha rotina segue praticamente a mesma (continuo indo de casa para o trabalho e do trabalho para casa, porque eu já vivia em um regime de semi-isolamento social autoimposto haha), mas os meus níveis de exaustão estão altíssimos. Estou lendo e vendo doramas e filmes, só para não enlouquecer de vez de tanto ouvir falar sobre o coronavírus. Também tenho assado coisinhas gostosas para aproveitar o forno, agora que a minha mãe está assando mais pão. Uma das minhas receitas favoritas é essa de cookies com gotas de chocolate (testei várias receitas até chegar nela):

Ingredientes:

1 xícara de manteiga amolecida
1 xícara de açúcar refinado
1 xícara de açúcar mascavo
2 ovos
2 colheres de chá de baunilha
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
2 colheres de chá de água quente
1/2 colher de chá de sal
2 xícaras de gotas de chocolate

Modo de preparo:

Pré aqueça o forno a 180°.
Faça um creme batendo na batedeira a manteiga junto com o açúcar refinado e com o açúcar mascavo.
Acrescente os ovos, um de cada vez.
Misture a baunilha.
Dissolva o bicarbonato na água quente e coloque-o junto com o sal no creme preparado.
Acrescente a farinha de trigo.
Acrescente as gotas de chocolate, mexendo manualmente.
Tire colheradas dessa massa e coloque-as em uma assadeira untada e enfarinhada.
Ponha os cookies no forno pré-aquecido e asse-os por aproximadamente 10 minutos ou até que as bordas estejam começando a dourar. Os cookies saem do forno meio moles, mas depois de esfriar eles ficam sequinhos e crocantes.

Usando uma colher de chá para fazer as bolinhas, a receita rende mais de cem unidades. Dá para assar uma parte e botar a outra para congelar!

Outras receitas que eu já testei e aprovei:

23.3.20

Atualização

Com ameaças de guerra, desastres naturais e agora esse vírus acontecendo, estou inclinada a acreditar que, bom, o mundo vai acabar em 2020. Continuo trabalhando normalmente, porque nem para ficar de quarentena eu tenho sorte, mas tudo o que eu queria era poder ficar em casa botando as minhas leituras em dia antes que o mundo degringole de vez.

27.2.20

Pessoas felizes me deixam triste

Como diria a Natália, de Adorável Psicose: "Não é que eu não goste das pessoas felizes. Eu só não vejo nada demais em desejar secretamente que elas morram." Brincadeirinha!

A questão é que eu tenho muitos motivos para ser feliz (e eu sou grata por todos eles), mas parece que as outras pessoas sempre têm motivos melhores.

E é por isso que eu evito passar muito tempo na internet, principalmente em redes sociais. Quanto menos os meus olhos verem, menos o meu coração vai sentir.