18.2.26

Coisas aleatórias

Desinstalei o aplicativo da Temu do meu celular, o terror das minhas finanças.

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Uma das metas que defini para 2026 foi blogar mais. Porém, em algum momento, a minha cabeça decidiu que eu deveria postar a cada três dias, o que deu certo até a semana passada.

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Meu colchão chegou e ele é maior do que a minha cama. Pensei que essas coisas tivessem um tamanho padrão, mas, aparentemente, não. Enquanto não decido o que fazer, vou dormindo no chão.

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A Quaresma começou. Sempre me proponho uma penitência nesse período. Como no ano passado, vou tentar evitar o Instagram (hoje já falhei).

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Quero diminuir as minhas tralhas. Hoje já joguei algumas coisas fora e doei outras. Sinto falta de ser mais minimalista. Nos últimos dois anos, tentei lidar com a ansiedade gastando.

11.2.26

Loca pois estou vivendo la vida

Uma pessoa me disse que se não fosse pelas minhas loucuras eu iria longe.
Não discordo. Ser louca é um atraso de vida.

8.2.26

Nunca vou esquecer

Quando comecei a trabalhar, um tio me deu um conselho: fazer uma dívida para ter um motivo para levantar todo dia e continuar indo para o trabalho. Comprei um caderno Paperblanks e um colchão Emma em 10x.

5.2.26

Uma questão geográfica

Descobri que a minha sorveteria favorita só era a minha sorveteria favorita porque ela ficava na praia. Agora que abriu uma aqui na minha cidade, ela é só mais uma sorveteria.

2.2.26

É isso

Tá batendo uma vontade louca de jogar o meu celular no rio e me mudar pro mato. Talvez eu faça um detox digital e vá caminhar no parque.

30.1.26

Trauma literário

"Na bancada, reluzia uma tigela de vidro funda, cheia de uvas verdes. Desde antes do Natal eu não via uvas.
"Meio quilo destas uvas custa uns cem dólares", disse Michaela, enfiando uma na boca. "Não é louco?"
Foi a última vez que senti o gosto de uma uva.
Desde que li essa passagem no livro A Idade dos Milagres, da Karen Thompson Walker, em 2012, que eu sempre como uva quando eu posso. Nunca se sabe quando o mundo vai acabar e eu vou sentir o gosto de uma uva pela última vez.

27.1.26

Palavras novas que eu aprendi jan/26

esfalfar
cansar(-se), fatigar(-se), extenuar(-se) devido a trabalho, esforço excessivo ou doença.

pantagruélico
1. relativo a, próprio de, ou digno de Pantagruel.
2. que apresenta grande quantidade de comida.
"banquete p."

préstito
1. grupo de pessoas que caminham juntas, com determinada finalidade; procissão, cortejo.
2. FIGURADO desfile de coisas, de seres de qualquer natureza.
3. desfile de carros, carruagens etc.; corso.
4. desfile de carros alegóricos no carnaval; corso.
"p. carnavalesco"

périplo
1. viagem de circum-navegação em torno de um país, de um continente.
2. FIGURADO viagem turística de longa duração.
3. relato dessas viagens.

malaprop
malapropismo (ou malaprop) é o uso incorreto de uma palavra no lugar de outra com som semelhante, criando um sentido cômico, ridículo ou sem sentido. Originado da personagem Sra. Malaprop (peça Os Rivais, 1775), difere do erro comum por frequentemente manter a estrutura métrica da palavra correta.

24.1.26

Chega logo sexta-feira

Desde que eu comecei a fazer terapia só uma vez por mês por falta de dinheiro, eu nunca senti tanta necessidade de falar com a minha psicóloga. Teve a viagem, troca de remédio, ex ficante que deu ghosting reaparecendo e dizendo que não deu ghosting, organização de evento literário, concurso público y otras cositas más.

21.1.26

Sobre o meu clube do livro

Já comentei por aqui sobre o meu clube do livro, mas nunca entrei em muitos detalhes. Tudo começou em março de 2024, quando postei no aplicativo de assinantes da TAG perguntando se havia mais alguém da minha cidade interessada em participar de um clube do livro presencial. Para a minha surpresa, duas meninas responderam. Fizemos um grupo no WhatsApp, cada pessoa que entrava foi convidando outra e hoje somos 15 participantes.

Como sou um pouco empolgada, costumo levar brindes em todos os encontros para as participantes presentes (mostro alguns deles abaixo). Minha criatividade para brindes, porém, acabou :( Neste ano, todos os brindes serão marcadores de páginas que comprei na Temu.
Nunca deixamos de nos reunir em um mês sequer. Além das leituras, celebramos as aniversariantes, fazemos festa junina, nos fantasiamos no Halloween, temos amigo secreto de livro no fim do ano e organizamos piqueniques e bingos. Até já fomos num evento literário com a Mariana Salomão Carrara.

O clube saiu bem melhor do que eu esperava, mas confesso que às vezes sinto vontade de largar tudo kkkk Dá trabalho manter o clube funcionando. Ultimamente estou tentando deixar o nosso Instagram mais "instagramável", e isso tem me dado muita dor de cabeça.

18.1.26

Realizando os desejos da minha criança interior

Minha mãe: Pra quem você comprou isso? Pro Igor?
Eu: Não, pra mim!
Minha mãe: Ah, tá. O Igor já tá muito velho pra essas coisas.

(Igor é o filho de 8 anos da minha amiga Mari.)

15.1.26

Assinei a box da Granado

E então que, totalmente influenciada por uma das meninas do meu clube do livro, assinei a box bimestral da Granado. A minha primeira caixinha chegou hoje e adorei demais!
Veio na caixa: vela, sabonetes, hidratante, cremes para mãos e perfumes.

Por R$150, achei incrível!

12.1.26

Mulherzinhas

Estou relendo Mulherzinhas para o meu clube do livro, desta vez em uma edição que reúne as duas partes. De acordo com os meus registros literários, li o livro pela primeira vez em janeiro de 2019. Estou ficando cada vez mais próxima da Tia March e cada vez mais distante das “mulherzinhas”...

9.1.26

Senti inveja

Hoje, voltando do trabalho, vi um senhor idoso embaixo de uma árvore usando um cabo de vassoura para derrubar as folhas amarelas dos galhos, só para ter o que varrer.

6.1.26

Cacarecos que eu comprei na Temu - parte 2

Eu sempre quis ter um carimbo ex libris, porém nunca consegui pensar num design que eu gostasse para comprar. Foi então que descobri as chancelas, e a minha vontade de ter um carimbo passou kkkk Achei um modelinho de chancela personalizável na Temu, que eu gostei e comprei ✨

3.1.26

Que a gente não se acostume a ver só o que falta

Nesse caso, o que faltou foi água.

Contextualizando: eu e o meu namorado fomos convidados a passar o Réveillon na casa da minha cunhada que mora no litoral de Santa Catarina. Eu não estava muito animada com a viagem (seria a minha primeira virada do ano longe de casa e eu ficaria com pessoas semidesconhecidas que eu queria muito agradar) e, quando faltou água na véspera do ano novo, azedei de vez.

Em resumo: saudades de casa + pessoas novas + hábitos familiares diferentes + muita pressão + não poder tomar banho com o sabonete de arruda com alecrim e sal grosso que eu comprei para a ocasião = esta blogueira em surto

Porém, o tempo todo uma vozinha ficava falando na minha cabeça: Vanessa, aproveite! Você está na praia! DE GRAÇA! Você vai ver um show de fogos de artifício de verdade! PARA DE SER DOIDA! Demorou, mas no finalzinho da viagem consegui aproveitar.

Hoje, quando cheguei em casa, a minha mãe me perguntou se eu passaria o fim de 2026 lá de novo caso eu fosse convidada. A minha resposta foi sim.

P.S. o título do post saiu de um reels que a minha irmã me mandou no Instagram no primeiro dia do ano
P.P.S. meta número quatro cumprida, mas espero poder viajar ainda mais vezes nesse ano
P.P.P.S. até às 11:00 de hoje, 03/01/2026, a casa da minha cunhada continuava sem água